Posts com Tag ‘ficção’


Acho que existem algumas condições para se escrever.

Você tem que estar com as ideias frescas naquilo sobre o que vai escrever. É preciso gostar do assunto. Melhor ainda se você estiver empolgado.

Hoje decidi dar um tempo pra mim, ainda que isto significasse perder algumas horas de sono e ter que acordar, possivelmente às 7 e meia da manhã, para cuidar do pimpolho (agora são três da madrugada do sábado para o domingo, dia 23 de janeiro de 2011, se é que você ainda não leu esta informação em algum canto desse blog).

Resolvi ter uma experiência nova no que diz respeito a assistir filmes. Aluguei meu primeiro filme na iTunes Store. A escolha e o pagamento foram rápidos. O que demorou mesmo foi o download do filme: duas horas! Mas isso não é culpa da loja. Culpa minha, que mesmo trabalhando que nem um condenado não consigo ter mais dinheiro para pagar uma internet decente (tenho apenas 2 megas). Além disso, descobri que o hardware do meu computador não é lá essas coisas. Ele promete muito, mas faz pouco. Contudo nada disso me tirou do meu propósito, e nem diminuiu a grandiosidade do momento.

Comprar na iTunes Store é uma das coisas mais gratificantes que existe.Por quê? Oras, se você não tem que ficar pesquisando em busca de torrents, não depende do número de seeds disponíveis para ter uma boa velocidade de download, não tem que caçar legendas e ainda ficar esperto pra não baixar um conteúdo indesejável, etc. etc. etc. e tal, então você tem uma experiência gratificante. Você paga mais ou menos 7 reais, manda o negócio descer pro seu computador e começa a assistir. Fácil assim.

E que filme escolhi para essa minha primeira empreitada? O Planeta dos Macacos: A Origem. (mais…)

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Dicas para conferir no Netflix

Estou firme no meu propósito de colocar pelo menos um post aqui por semana. E vou aproveitar para continuar postando títulos do Netflix. Esta semana vamos continuar com terror.

Para os meus amigos, não é segredo nenhum que sou grande fã de filmes de terror. Mas o que muita gente pode não saber é que costumo assistir qualquer coisa que me prometa um tema sombrio, ou pelo menos uma sensaçãozinha de que alguém espreita atrás da porta. Nem precisa ser filme conhecido.

O terror é um gênero que me acompanha desde muito novo, desde que me conheço por gente. Lembro-me como se fosse hoje, por volta dos 6 anos de idade, num sábado, sentado em frente à TV na companhia da minha mãe e minhas irmãs, esperando começar o Supercine para assistir Pague Para Entrar, Reze Para Sair (Funhouse – 1981 – Se você não sabe do que estou falando, clique aqui e assista a um trailer editado por um fã. É um clássico de Tobe Hopper). Afundado no sofá, a vinheta do Supercine começou e eu já cobri o rosto de medo. Olhando entre os dedos, quase não conseguia respirar de tanta tensão. Creio que os primeiros 5 minutos do filme foram bastante para me fazer pedir para minha mãe me levar para cama, pois estava com muito medo e não conseguiria assistir.

O engraçado é que de lá pra cá, sempre gostei de sentir essa mesma sensação, e esse é um termômetro para filmes de terror (pelo menos os sobrenaturais): se ele não me deixa com a sensação de que algo muito sinistro pode pular nas minhas costas a qualquer momento, então o filme não é lá tão bom.

O que muita gente não entende é que o fã de terror procura estas sensações extremas. Ao assistir um filme sobre um assassino em série, o expectador procura sentir o que a vítima sente, e às vezes até aquilo que o próprio assassino sente. Assusta-se com a vítima, satisfaz-se com o o assassino. Quando Krueger persegue suas vítimas idiotas nos sonhos, torcemos mais para que ele acabe com elas de uma forma bizarra e criativa do que para que a idiota da Nancy consiga escapar de seus pesadelos. Jason Vorhees tem o dever de punir todos os fornicadores que se distraem trepando em vez de cuidar de suas crianças…

Mais uma vez, estou aqui divagando, e você querendo ler uma resenhazinha esperta, né? Então, sem mais, vamos à resenha.

Caipiras. Sempre os caipiras. E não são de nenhum interior do Brasil. São os famosos rednecks. Por que eles vivem inventando uma forma de matar uns aos outros? Será uma forma de preencher o tempo das suas vidinhas medíocres? E o que acontece quando um agente do censo vem pra cidadezinha? Ah, boa coisa não é…

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Dicas para conferir no Netflix

A partir de hoje vou tentar postar aqui pelo menos uma resenha de um filme que assisti no Netflix por semana. Assim, toda sexta-feira você tem pelo menos uma dica de um filme para assistir (ou não) no serviço de aluguel de filmes online que chegou ano passado aqui no Brasil e causou muito descontentamento do público em geral, pois todos achavam que teriam a opção de alugar lançamentos, e tal.

Mas o que pouca gente sabia (ou fez questão de não saber) é que mesmo nos EUA, a Netflix não oferece lançamentos online. Embora o catálogo americano seja infinitamente maior que o nosso, ele oferece lançamentos de no mínimo um ano atrás. Além disso, temos problemas com distribuidoras aqui no Brasil, com a maldita Teleglobocine, que empaca qualquer tentativa de distribuição de mídia visual fora dos seus domínio.

Assim, temos poucas opções se a intenção for assistir blockbusters. Contudo, se você gosta de filmes independentemente da data em que foram lançados, é possível encontrar coisas muito legais, clássicos, filmes não lançados no cinema por aqui, coisas experimentais e independentes, e por aí vai. Eu, que sou viciado em assistir filmes, seja lá qual for, estou me divertindo. Além disso, estou assistindo alguns seriados que não tive disposição para assistir quando passaram na TV, ou não tive saco para baixar. (diga-se de passagem, nunca fui fã de baixar conteúdo).

Agora, chega de blá-blá-blá e vamos ao que interessa.

Quando descobre que a morte lhe foi dada como um presente macabro, uma repórter decide dar o troco áqueles que a amaldiçoaram. (mais…)

Sai 2011, entra 2012. O que fiz neste ano que passou, o que pretendo fazer. E você, assistiu muitos filmes em 2011? O que mais quer ver nas telonas em 2012? Sugestões, reclamações… seja bem-vindo a 2012. A seguir um resumo do que eu assisti (mais ou menos), o que achei interessante e o que não vale à pena.

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Ontem, fuçando o Twitter, vi no site First Showing a notícia do lançamento de um novo extra da Weta Digital, os magos dos efeitos especiais por trás de filmes como “O Senhor dos Anéis”, “King Kong” e “Avatar” sobre o novo filme da série “O Planeta dos Macacos”. Infelizmente, ontem não tive tempo de assistir, mas agora na hora do almoço pude dar uma olhada no vídeo, e ele vale cada segundo dos 3:51 do vídeo. (mais…)

Já que hoje os vereadores de São Paulo decidiram nos brindar com a aprovação do Dia do Orgulho Hetero, essa bizarrice social encabeçada pelos evangélicos da cidade, falemos de alguém que é hetero, mas que desperta os desejos íntimos do público gay, que usa cuecas por cima das calças e roupa colada no corpo. Falemos do Super-Homem!

Ontem vazou a notícia através do site Hero Complex, ligado ao jornal “Los Angeles times”, que Laurence Fishburne viverá Perry White, o editor-chefe do Planeta Diário na nova adaptação do clássico conto dos quadrinhos sobre o alienígena superpoderoso que se torna um dos mais queridos (e odiados) super-heróis da Terra, o Super-Homem. (mais…)

Li sobre a série em diversos blogs e sites, por isso não vou creditar ninguém. Estaria sendo mais injusto creditando alguns do que não creditando ninguém.

Acabei de assistir ao episódio-piloto de 3% – 3porcento, seriado de ficção científica brasileiro passado em um futuro em que todos os seres humanos da Terra, ao chegar aos 20 anos, têm a oportunidade de passar para “O Lado de Lá”, um lugar de harmonia, dignidade, respeito e esperança, bem diferente do “Lado de cá”, que a gente já conhece (ou não). Só que para chegar ao “lado de Lá”, eles precisam passar por provas além da capacidade de muita gente.

Não vou ser pretensioso para dizer, como li em muitos blogs, que NUNCA vi uma qualidade assim em séries brasileiras, embora realmente não me lembre de ter visto nada com qualidade tão excepcional, seja no Youtube, seja na telinha. (mais…)