População 436 (SEXTAFLIX – 13-01-2012)

Publicado: 13 de janeiro de 2012 em 2000's, 2010's, Crime, Ficção, Netflix, Suspense, Terror
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Dicas para conferir no Netflix

Estou firme no meu propósito de colocar pelo menos um post aqui por semana. E vou aproveitar para continuar postando títulos do Netflix. Esta semana vamos continuar com terror.

Para os meus amigos, não é segredo nenhum que sou grande fã de filmes de terror. Mas o que muita gente pode não saber é que costumo assistir qualquer coisa que me prometa um tema sombrio, ou pelo menos uma sensaçãozinha de que alguém espreita atrás da porta. Nem precisa ser filme conhecido.

O terror é um gênero que me acompanha desde muito novo, desde que me conheço por gente. Lembro-me como se fosse hoje, por volta dos 6 anos de idade, num sábado, sentado em frente à TV na companhia da minha mãe e minhas irmãs, esperando começar o Supercine para assistir Pague Para Entrar, Reze Para Sair (Funhouse – 1981 – Se você não sabe do que estou falando, clique aqui e assista a um trailer editado por um fã. É um clássico de Tobe Hopper). Afundado no sofá, a vinheta do Supercine começou e eu já cobri o rosto de medo. Olhando entre os dedos, quase não conseguia respirar de tanta tensão. Creio que os primeiros 5 minutos do filme foram bastante para me fazer pedir para minha mãe me levar para cama, pois estava com muito medo e não conseguiria assistir.

O engraçado é que de lá pra cá, sempre gostei de sentir essa mesma sensação, e esse é um termômetro para filmes de terror (pelo menos os sobrenaturais): se ele não me deixa com a sensação de que algo muito sinistro pode pular nas minhas costas a qualquer momento, então o filme não é lá tão bom.

O que muita gente não entende é que o fã de terror procura estas sensações extremas. Ao assistir um filme sobre um assassino em série, o expectador procura sentir o que a vítima sente, e às vezes até aquilo que o próprio assassino sente. Assusta-se com a vítima, satisfaz-se com o o assassino. Quando Krueger persegue suas vítimas idiotas nos sonhos, torcemos mais para que ele acabe com elas de uma forma bizarra e criativa do que para que a idiota da Nancy consiga escapar de seus pesadelos. Jason Vorhees tem o dever de punir todos os fornicadores que se distraem trepando em vez de cuidar de suas crianças…

Mais uma vez, estou aqui divagando, e você querendo ler uma resenhazinha esperta, né? Então, sem mais, vamos à resenha.

Caipiras. Sempre os caipiras. E não são de nenhum interior do Brasil. São os famosos rednecks. Por que eles vivem inventando uma forma de matar uns aos outros? Será uma forma de preencher o tempo das suas vidinhas medíocres? E o que acontece quando um agente do censo vem pra cidadezinha? Ah, boa coisa não é…

População 436

Rockwell Falls, a cidade perfeita.

Tudo parecia perfeito na cidade de Rockwell Falls. Uam cidade pequena, com moradores adoráveis e um número fixo de habitantes: 436. Número fixo? Como é? Pois é. O número dos habitantes nunca mudou.

Isso era tão perfeito que acabou chamando a atenção de Steve Gady (Jeremy SIsto – Suburgatory – Law & Order), um agente do senso que viaja para a cidade a fim de confirmar o relatado. O problema é que logo que ele chega, percebe que algo muito estranho acontece ali. A cidade tem aquele ar de sinistro, com moradores velhos com cara de quem está conspirando algo, e policiais que parecem saber de “tudo”, mas fingem não ver “nada”. Entre estes policiais está Bobby Kaine (Fred Durst – Limp Bizkit – ele mesmo, o pseudo-rapper-roqueiro com cara e voz de bebê chorão), um cara frustrado e apaixonado pela amiga de infância, mas que tem azar tanto na profissão como no amor.

Conforme o tempo vai passando, Steve Kadi se apaixona por Courtney Lovett (é esse mesmo o nome, huahuahuahua – Charlotte Sullivan – Rookie Blue), uma garota perturbada porquem o policial zé-ruela citado acima também é apaixonado desde pequeno. Logo, o agente do censo descobre que, além de ter algo muito sinistro rolando na cidade para manter a população sempre em 436 habitantes, ele não deveria ter se engraçado com a prenda de ninguém.

Dirigido por Michelle MacLaren (conhecida por ser diretora e produtora de diversas séries para TV, desde Arquivo X, passado por The Walkind Dead e Breaking Bad), População 436 não é o melhor filme de suspense do mundo ,mas é uma trama de um bom roteiro que o deixa ansioso em saber se o cara do censo vai descobrir e conseguir sair com vida dessa conspiração macabra.

Disponível no Netflix com áudio em inglês (original), português e espanhol, e com legendas em português e espanhol (não disponível em HD).

Trailer


Link direto Netflix: http://movies.netflix.com/WiMovie/Populacao_436/70053037?trkid=2361637

Título: População 436 (EUA, 122 minutos)
Título Original: Population 436
Ano: 2006
Diretor: Michelle MacLaren (Arquivo X, Breaking Bad, The Walking Dead)

Fonte: IMDB

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